Sesmaria RN0022
Sesmarias do Império Luso-Brasileiro
| Informações sobre a Petição RN0022 | Petição |
|---|---|
| Tipo de petição | Concessão |
| Forma de petição | Individual |
| Data da petição | NA |
| Observações da petição | NA |
| Referência da antiga plataforma SILB | RN0131 | Justificativas |
| Não apresenta justificativa | |
| Observações das Justificativas | NA | Sesmaria |
| Localidade | Rio Curimataú |
| Marcos Geográficos | NA |
| Ribeira | Curimataú |
| Confrontantes | NA |
| Histórico da terra | Primordial |
| Área | 1936 hec 4000000Braças Quadradas |
| Largura | 4400 m 2000 Braças |
| Comprimento | 4400 m 2000 Braças |
| Solicitaram repartição da terra em mesma medida | Sim |
| Observações da sesmaria | Consta no registro que as terras foram povoadas pelo sesmeiro com casaria, rede e criações, mas estava devoluta há 8 anos em 1614. O registro informa também que as terras serviam para algumas roças e que não tinham outra serventia por não ter água. As informações sobre esta sesmaria foram relatadas pelo próprio sesmeiro, Gaspar Gonçalves Rocha e pelo morador Manuel Rodrigues, por ocasião da averiguação das terras doadas em sesmaria, realizada em 1614, e registradas no Auto de Repartição das Terras do Rio Grande. O Auto de Repartição consiste no levantamento das 186 sesmarias doadas na Capitania do Rio Grande entre 1600 e 1614. A elaboração deste levantamento é resultado de uma averiguação e repartição das terras feitas por Alexandre de Moura, capitão-mor de Pernambuco, pelo ouvidor-geral Manuel Pinto da Rocha, pelo desembargador Afonso Garcia Tinoco, e por Francisco Caldeira Castelo Branco, capitão-mor do Rio Grande. Este levantamento foi feito por ordem do rei Felipe II (1598-1621) por meio da provisão real de 12 de setembro de 1612. | Exigências do Deferimento |
| Não apresenta exigência | |
| Observações das exigências | NA | Deferimento |
| Despacho favorável | Sim |
| Forma de Deferimento | Carta de Doação |
| Fonte | Auto de Repartição das Terras do Rio Grande. In: Revista do IHGRN, volume VII, nº 1 e 2, 1909, p. 25. |
| Data da concessão | 24-04-1601 |
| Nome do escrivão do despacho | Gaspar Rabelo Gondim |
| Observações do deferimento e da concessão | NA |
| Autoridades | Titulo | Tramitações |
| Nome do provedor | NA |
| Nome do procurador | NA | Câmara | NA | Sesmeiros |
| Total de sesmeiros que solicitaram a sesmaria | 1 | Sesmeiro |
| Nome | Gaspar Gonçalves Rocha |
| Nome Original | Guaspar Guoncalves Rocha |
| Estado civil | NA |
| Sexo | Masculino |
| Cônjuge | NA |
| Residente de capitania | Sim |
| Capitania onde mora | Rio Grande do Norte |
| Clero secular | Sim |
| Clero regular | Não |
| Ordem religiosa | NA |
| Observações do sesmeiro | Este sesmeiro recebeu sete concessões de sesmaria: a primeira no rio Curimataú, em 1600 (RN 0023 antiga RN 0131); a segunda na cidade do Natal, sem data de concessão (antiga RN 0145); a terceira no rio Potengi, em 1601 ( antiga RN 0147); a quarta no rio Potengi, em 1603 (antiga RN 0168); a quinta na campina próxima da cidade do Natal, em 1604 (antiga RN 0186); a sexta não apresenta a localidade, concedida em 1607 (antiga RN 0233); e a sétima na várzea do Trairi, em 1607 (antiga RN 0234). Consta no registro da sesmaria que Gaspar Goçalves Rocha era padre vigário. O padre vigário Gaspar Gonçalves Rocha, junto ao morador Manuel Rodrigues, foram os responsáveis pelas informações passadas as autoridades que, em 1614, foram a capitania do Rio Grande fiscalizar as terras que haviam sido doadas em sesmaria. |
| Observações privilegiadas | NA | Imagens |
| NA | Arquivos |
| NA | |